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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Tonico Pereira, a crise e o Rock in Rio

O vídeo que o grande ator Tonico Pereira postou no facebook (https://www.facebook.com/tonico.pereira/videos/870760276338411/) me fez lembrar de algumas coisas e me levou a algumas reflexões:


1) Me lembro de um vinil do Supertramp que tinha lá no alojamento 1911 (o velho 25) do Edifíco Pós nos meus tempos de graduação na Universidade Federal de Viçosa. O título era “Crisis? What Crisis?”. Pois bem ela (a crise) existe e além de econômica, é política e civilizatória. Mas a pergunta que devemos fazer é: Whose is the crisis?

2) A resposta:  A crise é do capitalismo.

3) O self-video do Tonico dá pano pra manga e é fonte para um monte de reflexões.

4) Acredito na dialética que impregna a nossa existência e como não poderia deixar de ser o Rock in Rio não foge à regra.

5) Falando nas contradições reflito sobre uma das atrações do Rock in Rio que foi a banda do Serj, Daron, Shavo e John, esses californianos estupendos!!!

6) O System Of a Down em uma de suas letras, com uma poesia metálica, deixa seu recado: Quem paga as guerras (e as crises) são os pobres!!! E os pobres e o povo não querem trazer suas próprias bombas para a "festa". A verdadeira festa pode ser no nascer do Sol do deserto, da praia ou da montanha.

7) Mas em uma verdadeira festa tem que dançar todos ou senão, como diria a banda capixaba Dead Fish, não dança ninguém.

domingo, 27 de setembro de 2015

Entrevista de Ciro Gomes a Paulo Henrique Amorim

Ciro Gomes na entrevista a Paulo Henrique Amorim:
1. "Todo brasileiro com responsabilidade política tem que se manifestar"
2. Dá o recado aos "protofascistas": NÃO VAI TER GOLPE!!!


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Ser contra o Levy não implica ser contra a CPMF



 Charge de Laerte sobre a CPMF

Sou totalmente contra o ajuste do executivo do Banco Bradesco Joaquim Levy, mas isso não faz com que seja contra a CPMF. Muito se tem falado sobre a taxação das grandes fortunas e eu sou totalmente favorável a essa medida. Mas hoje no Brasil o imposto sobre movimentação financeira é a forma mais eficaz de taxar os ricos.

Quando a CPMF foi derrubada nos idos de 2007 presenciamos a forma como o monstro SIST manipula as mentes e os corações dos incautos. Era possível ver trabalhadores assalariados sendo a favor da derrubada do imposto. Essa desinformação da classe trabalhadora, em 2007 e hoje, é reflexo também da falta de inclusão política do povo, como diz Frei Betto.

A classe média como sempre cumpriu seu papel de caricatura da elite e levantou barricada contra a CPMF junto com a FIESP e a alta burguesia desse país. Esse é historicamente o papel da classe média, como diria um tio meu: “Comer taioba e arrotar caviar”.

Mas sobre a CPMF vamos a um simples exercício matemático:

1) A alíquota do imposto é de 0,2% pois bem fazendo-se a simulação do pagamento da CPMF para três classes sociais, tem-se:

a) Trabalhador que movimenta R$ 1.000,00 mensais em sua conta corrente vai pagar R$ 2,00 por mês de CPMF.

b) Um pequeno empresário, profissional liberal ou outro membro da classe média que movimenta R$ 30.000,00 mensais em sua conta corrente vai pagar R$ 60,00 por mês de CPMF.

c) Um ricaço membro da alta burguesia nacional que movimenta R$ 1 bilhão mensais (olha que fui modesto na cifra) em sua conta corrente vai pagar R$ 2.000.000 por mês de CPMF. Isso mesmo DOIS MILHÕES DE REAIS POR MÊS!!!

Como diria Chico Science: E aí meu brother “de que lado você samba?”.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Orquestra Retocando interpreta Disparada





No vídeo acima, a Orquestra Retocando interpretando um dos clássicos da música popular brasileira: Disparada de Geraldo Vandré e imortalizada por Jair Rodrigues no Festival de 1966.

Cultura para a construção de uma cidade e mundo melhores 

Na última sexta-feira tive a oportunidade de assistir ao concerto da Orquestra Retocando no Teatro SESI em Itaperuna. O que senti foi uma grande satisfação e pude comprovar mais uma vez o poder que a cultura tem na construção de um mundo melhor.

Esse projeto é desenvolvido no CRAS Cidade Nova/Surubi e a apresentação do último dia 11 de setembro foi o coroamento de um grande trabalho realizado pelos gestores do projeto e o esforço das crianças, adolescentes e jovens que estão se enveredando na música.

Como cidadão dá muito gosto ver um projeto como esse ser desenvolvido na cidade que escolhi para viver.

Minha filha de 9 anos tocava um dos 6 violoncellos neste concerto. Creio que deixei no chão do Teatro SESI uns 100 kg de baba.

Como pai, agradeço a atenção dos gestores do CRAS Surubi/Cidade Nova, principalmente à Saionara e Francine. Agradeço também aos professores Lucas Arcanjo e Carol.

Tenho que fazer um destaque especial ao Comandante-em-Chefe desse projeto: o Maestro André Codeço. Sem dúvida um grande talento da nossa cidade.

Creio que a Secretaria de Ação Social realiza com esse projeto uma quebra de paradigma do que se faz normalmente nesta pasta na maioria dos municípios do Brasil. Não há AÇÃO SOCIAL maior do que a inclusão por meio da educação e a cultura. Portanto, parabenizo à Sra. Loíde.

Ao Prefeito de Itaperuna encaminho uma reivindicação: Para que a Orquestra Retocando não seja apenas um lampejo é fundamental que ela deixe de ser um projeto e passe a ser um Programa da Prefeitura independente de quem esteja governando nossa cidade. Para isso se tornar realidade o caminho, Sr. Prefeito, é a criação de um CONSERVATÓRIO MUNICIPAL DE MÚSICA DE ITAPERUNA. Gente competente para tocar esse projeto temos de sobra, que o diga André Codeço!!!

Se o Prefeito Alfredão não criar o CONSERVATÓRIO MUNICIPAL DE MÚSICA DE ITAPERUNA, fica o recado para os candidatos à eleição de outubro de 2016: terá meu apoio quem colocar essa proposta como meta de seu futuro governo.


domingo, 13 de setembro de 2015

Alguma dúvida de que Levy é um Quinta Coluna?

Comentário: E eu tava com medo da espanholização do futebol brasileiro...

 Olha pra onde o Levy tá apontando Dilma
  (Capa do livro de John Langdom-Davies/Antônio Cruz - Agência Brasil)



 Do Diário do Centro do Mundo

Anônimo é um jornalista que trafega nos corredores do poder em Brasília. Sua identidade está preservada para que ele possa colher mais e melhores informações. É dele o texto abaixo:
O que você, como presidente da República, faria se o seu ministro da Fazenda não lhe informasse sobre a perda do grau de investimento? O que você faria, no lugar da Dilma, se essa informação chegasse ao Palácio do Planalto por meio de uma repórter em busca de repercussão sobre a decisão da S&P?
Todas as notícias de desgaste para Dilma das últimas semanas – com exceção do envio do balanço deficitário – partiram dele.
Nelas, incluo a volta da CPMF e o aumento do Imposto de Renda.
Cá entre nós, como pode um ministro da Fazenda do Brasil governado pelo PT elogiar a Espanha como modelo de ajuste?
Minha tese é a de que Levy é um quinta coluna.

Mais Democracia Direta!!!



            

              Creio que a crise política que estamos enfrentando é a da democracia representativa. Neste sentido é fundamental fortalecer a DEMOCRACIA DIRETA. A melhoria da qualidade de vida nos nossos bairros, cidades, estados, país e no mundo passa necessariamente pela maior participação de nós cidadãos na discussão e proposição de soluções para os problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia.
            Se a população não exerce a sua cidadania as autoridades eleitas e escolhidas para gerir a máquina pública não se movem, ou seja, permanecem inertes até o momento de sair novamente às ruas para angariar votos para sua próxima eleição.
            Estamos a pouco mais de 1 ano das eleições municipais e as cartas já começam a ser colocadas na mesa. Algumas obras e medidas que deveriam ser feitas no decorrer dos últimos 3 anos começarão a ser feitas a toque de caixa. A velha desculpa de que não há dinheiro cai por terra. Tudo para mostrar serviço antes de outubro de 2016.
            Não se deve falar de política apenas nas vésperas das eleições. Não se deve deixar as autoridades eleitas e escolhidas para gerir a máquina pública encasteladas em seus gabinetes ou nos seus carros com vidro fumê e ar condicionado. Muitas autoridades se comportam como se fossem “estrelas de cinema”, chegam a um local distribuindo sorrisos, abraços e beijos e muitas vezes se esquecem que na realidade são servidores da população, eleitos ou conduzidos aos cargos que ocupam para tornar a nossa vida em comunidade melhor. Necessitamos muito dessas pessoas para a gestão das nossas cidades, mas não podemos nos esquecer que nós, a população, somos as engrenagens que movem a grande máquina pública com nosso trabalho, com os impostos que pagamos, com os produtos e serviços que consumimos.
            Exercer a cidadania é cobrar das autoridades em todo lugar em que se encontrem a solução dos problemas que nos afligem. Trata-se de lembrar sempre aos prefeitos, aos vereadores, aos secretários quais são as tarefas que assumiram com a eleição ou nomeação.
            Se pudermos dedicar 2 horas por semana para refletir sobre os problemas dos nossos bairros e cidade, ou seja, exercermos a nossa cidadania estaremos dando uma grande contribuição para nossa vida em sociedade.