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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Gabo, presente!


Comentário: A primeira vez que ouvi falar de Gabriel Garcia Márquez foi na novela Ana Raio e Zé Trovão da extinta TV Manchete nos idos de 1990. Naquele folhetim havia um escritor chamado Armando Rosas, interpretado pelo ator Luiz Maçãs, que escrevia cartas de amor endereçadas a um misterioso GGM. Todos queriam saber quem era GGM. Seria uma mulher, um homem? Depois de um tempo o mistério foi revelado: GGM era Gabriel Garcia Márquez, escritor colombiano e vencedor do Nobel de Literatura. Depois tive o prazer de ler "Cem anos de solidão", uma obra maravilhosa e inspiradora. Me recordo que a versão que lí tinha desenhos do pintor baiano-argentino Carybé. Como era muito metido a artista me recordo que pintei um "quadro" totalmente inspirado num desenho de Carybé representando a morte do Coronel Buendía. Esse "quadro" dei de presente a uma amiga de universidade e uma hora dessas (o "quadro") já deve ter se biodegradado. Relato essas experiências para demonstrar o quanto GGM é inspirador. Além de um escritor extraordinário, Gabo foi um homem extremamente envolvido com a luta do povo, um defensor das revoluções socialistas na América Latina e amigo pessoal do Comandante Fidel Castro. Hasta siempre, compañero!!!

Fidel e Gabo


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