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sábado, 15 de março de 2014

Sobre a Copa do Mundo no Brasil





A todos que leem esse blog gostaria de tecer algumas considerações sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil. Pra começar quero dizer uma coisa: sou um apaixonado por futebol! Sou doente (essa é a palavra) pelo meu Botafogo! Ainda hoje assisti a derrota de 2 a 1 para o Boa Vista. Que coisa! Esse time B foi uma b... Mas voltando a questão da Copa, nessa semana estava conversando com um amigo, também alvinegro, mas torcedor do Atlético Mineiro sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil e chegamos a uma conclusão: pra gente ter argumento pra defender a Copa é necessário fazer trabalho de mineiro (não quem nasceu em Minas Gerais, mas aqueles que procuram pepitas em buracos cavados na terra). Ou seja, a gente tem que procurar pra caramba pra ter argumento contra aqueles que no embalo da onda saem falando um monte de coisas por aí. Tem gente, que é apaixonada por futebol igual a mim, que tá propondo ligar todos os aparelhos eletrônicos da sua casa para promover um black-out na hora dos jogos. Tem gente que não perde nenhuma partida de suas equipes de futebol que estão batendo bumbo pra esse “movimento” que diz que “Não vai ter Copa”. Então é pra você que ama futebol (quem não gosta de futebol tá “na filosofia da vaca” pra Copa ou é um dos mascarados do “movimento” Não vai ter Copa) que escrevo essas linhas: Se liga, mermão!!! Como já disse João Pedro Stédile, os R$ 8 bilhões que foram investidos nos estádios brasileiros correspondem a 1 semana de juros que pagamos da nossa “dívida”. Os investimentos em infra-estrutura são antecipações de dinheiro que já estavam previstos no PAC. Esses R$ 8 bilhões não resolverão nossos problemas nas áreas de saúde e educação. 
Não quero entrar no mérito de FIFA e CBF, que são para mim um antro de corrupção e calhordice (em relação à CBF minhas esperanças morreram com o Dr. Sócrates). Tampouco no fato dos embaixadores dessa Copa serem Pelé e Ronaldo. Eu particularmente, quando era criança pequena lá em Muriaé pensava que a seleção brasileira era uma instituição como o exército que lutava nos campos em prol da honra e glória do Brasil. Inocência de menino. A verdade é que, eu nascido em 1977, escalo mais nomes da seleção de 1982 do que a de 1994 ou 2002. Por que será? Perdemos muito em sonho e romantismo nestes anos.
Ouvi dia desses um jornalista falar que até 1998 (ano da entrada da Nike na seleção brasileira) nossos jogadores não eram tão conhecidos fora do Brasil. Taí, 1998 é o ano em que deixei de ser aquele torcedor cara-pintada da seleção brasileira. Todo mundo se lembra do que aconteceu.
Mas voltando a Copa de 2014, só tenho a dizer uma coisa: essa grana gasta com a Copa se assemelha com aquele jantar que oferecemos pra família da noiva ou do noivo dos nossos filhos/as, que embora a gente não goste muito, sabemos que será importante pra garantir a felicidade do casal. Essa metáfora pode ser muito polêmica!!! Hehehehehehehehehe!!! Pois a família da noiva/o, seria a FIFA (tirando a parte da corrupção e calhordice) e a felicidade do casal não tem preço e estará materializada por meio do legado.
Bom falar de legado, pois esse é mais um ponto que devemos prestar muita atenção. Acho que as pessoas ao invés de dizerem que não vai ter Copa deveriam dizer: “Vai ter que ter legado!!!”. Esse é o ponto principal no qual deveríamos concentrar nossas forças!
O pecado capital do governo foi ter ficado na defensiva até agora. Mas ainda dá tempo pra virar o jogo, “pois quem fica na defensiva não faz gol”.
Leia no link abaixo sobre um evento realizado pela Fundação Maurício Grabois e Fundação Perseu Abramo que considero bastante esclarecedor.
Que tenhamos uma Copa e que ela sirva pra nos fazer mais felizes e mais brasileiros!!!

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