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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Felipão: Começou falando besteira

Comentário: Sinceramente não nutro nenhuma expectativa em relação à seleção brasileira de futebol masculino. Sou um apaixonado por futebol e creio que dedico um bom tempo dos meus dias debatendo, fazendo piada ou comentando alguma coisa sobre o esporte bretão. Estou fechado pra balanço em relação ao meu time do coração, mas tenho acompanhado algumas partidas do campeonato inglês e espanhol. Creio que o meu desencanto com a seleção começou em 2008 após aquela ridícula final com a França. Não posso deixar de comentar a opção por Luís Felipe Scolari, que pra mim é um retranqueiro de marca maior e um cara e treinador medíocre. Vide o rebaixamento do Palmeiras. O sucesso de 2002 se deve ao brilho de Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e companhia. E Felipão já começa falando besteira e muita besteira. Aliás ultimamente só tenho ouvido besteira quando se fala em futebol no Brasil. É comentarista boçal, técnico boçal, jogador boçal, torcedor boçal. Saudades de João Saldanha!!!



Abaixo matéria da página do Sindicato dos Bancários de Santos/SP

Felipão diz besteira e desrespeita os bancários

29 de novembro de 2012
Luiz Felipe Scolari, novo treinador da seleção brasileira de futebol, desrespeitou os bancários e demonstra desconhecimento sobre o trabalho dessa profissão.  Falastrão, Felipão como é conhecido por suas atitudes machistas, inicia no comando da Seleção Brasileira dizendo besteiras como sempre. 

Talvez por questão de marketing e dinheiro do banco patrocinador oficial da Verde Amarela ou por ignorância sobre a classe trabalhadora e principalmente da categoria bancária, que tem seus salários infinitamente menores, em relação aos pagos a ele e seus comandados. Veja a fala abaixo:

“Se não quer pressão, então é melhor não jogar na seleção. É melhor ir trabalhar no Banco do Brasil ou em um escritório”, disse o falastrão Felipão, em entrevista coletiva, dia 29/11/2012.

Cerca de 1.200 bancários são afastados do trabalho mensalmente, por razões de saúde, vítimas do assédio moral e da pressão violenta para que cumpram as metas abusivas de produção e vendas impostas pelas instituições financeiras, inclusive o Banco do Brasil.

O Sindicato dos Bancários de Santos e Região repudia com veemência a fala de Scolari.




Fonte:
Imprensa SEEB Santos e Região

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