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quarta-feira, 14 de março de 2012

Você acha graça???

Comentário: Isso é humor? Tem graça alguém que sai falando o que vem na telha sem se preocupar com as consequências? Isso pra mim é tudo menos humor. Stand-up Comedy se tornou sinônimo de racismo, machismo e fascismo. Infelizmente não se fazem mais Carlitos. Stand-up Comedy é mais um enlatado que o povo brasileiro está consumindo. E esse tal de alexandre frota, depois de filme pornô resolveu fazer "humor". Só falta ele se candidatar a prefeito, vereador ou deputado, aí a comédia será geral, mas quem vai rir por último é ele. Parabéns ao músico Dantop, é preciso denunciar o racismo. 

 

Piada racista provoca confusão em show na capital paulista

Alexandre Frota durante o show (Foto: Luiz França / Divulgação)A estreia do "Proibidão",  show de stand up comandado por Alexandre Frota, terminou em confusão na noite de segunda-feira (12) na zona sul de São Paulo. De acordo com o jornal “Folha de S.Paulo”, um músico da banda que fazia as vinhetas entre uma apresentação e outra se sentiu ofendido por uma piada do humorista Felipe Hamachi e acionou a Polícia Militar.

O humorista disse que não se pega Aids em relações sexuais com macacos e, em seguida, olhou para o tecladista, conhecido como Rapha Dantop, insinuando que mantinha uma relação com ele, segundo o jornal.

O músico se ofendeu, deixou o palco e acionou a polícia. O problema foi resolvido na própria casa de shows, sem necessidade de registrar boletim de ocorrência. Na entrada do espetáculo, as pessoas tiveram de assinar um termo confirmando que não ficariam ofendidas com nada que fosse dito. No entanto, o músico não assinou tal termo.

Ontem, Hamachi se pronunciou no Facebook sobre o episódio: "A única pessoa com quem brinquei no show era a única que não estava avisada do que aconteceria ali e isso causou mal-estar, que foi resolvido depois de muita conversa e de eu pedir desculpas para a pessoa".

domingo, 11 de março de 2012

Imagens de Itaperuna em outros tempos

Comentário: Imagens de Itaperuna postadas no blog o Vaga-Lume.

 

Do Blog O Vaga-Lume

 

 ITAPERUNA EM OUTROS TEMPOS

Inauguro com essa postagem o marcador "Itaperuna Antiga", nos moldes do que já temos de Miracema. A ideia é divulgar imagens antigas da cidade.
As imagens que posto agora foram divulgadas no Facebook de Sérgio Almeida, do blogue "Caminhadas Maneiras". Ele autorizou a divulgação e ainda prometeu criar um álbum lá para que pudesse divulgar mais fotografias antigas.

1920: Fazenda da Conceição. "Tem um menino, tem um moleque..." Meio bola de gude, não acham? Esse garoto se estiver vivo tem mais de 90 anos.

1956: Praça Getúlio Vargas, em frente à prefeitura.
Av. Cardoso Moreira.
1975. Praça Getúlio Vargas, bem em frente à Prefeitura.
01.nov.1977: Trem bem no Centro de Itaperuna. Reparem bem as calças de boca larga.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher



Hoje a caminho da UFV para mais um dia de trabalho no doutorado pude constatar que a luta pela emancipação das mulheres tem vencido grandes batalhas. Em ambas as calçadas a quantidade de mulheres que subiam a reta para estudar e trabalhar era enorme. Isso é extraordinário! Me recordo que quando ingressei na mesma UFV nos idos de 1995 costumávamos dizer que haviam 10 homens para cada rapaz. Hoje acredito que as mulheres sejam maioria. A Reitoria da UFV é comandada por uma mulher. Das disciplinas que eu cursei e estou cursando até agora no doutorado, mais de 57% foram ministradas por mulheres. No IFF também vejo a presença marcante das mulheres. Até bem pouco tempo, a instituição em que trabalho era dirigida por uma mulher, a Professora Cibele Daher, que fez um excelente trabalho na expansão do Instituto para o interior do Estado do Rio de Janeiro. Nas salas de aula dos cursos técnicos temos várias alunas. O empoderamento das mulheres é fundamental para a democracia no Brasil, como disse a coordenadora da União Brasileira de Mulheres (UBM) Ana Martins, e acrescento para a democracia no mundo. O olhar da mulher sobre as coisas e elas no comando nos dão a perspectiva da construção de um mundo melhor. Essa visão de mundo deve transcender a miopia com que nós, os homens, enxergamos a nossa realidade até agora. Hoje, dia 08 de março, as mulheres parecem estar mais belas, mais lindas, mais cheias de si. Eu tive a sorte de ter duas irmãs e uma mãe forte, que me ensinaram a respeitar as mulheres. Tive a sorte também de ter uma filha linda, que vai crescer forte e independente e tenho a sorte de ter uma grande companheira, que como diria John Lennon "compreende a criancinha" dentro de mim. 

Mais Política Mais Poder com a participação das Mulheres

Viva o Dia Internacional da Mulher

Viva a Luta das Mulheres.


terça-feira, 6 de março de 2012

Boa Iniciativa do CNPq: Popularizar a Ciência e reconhecer quem faz isso

Comentário: Creio que os papers sejam importantes para a produção de conhecimento, mas a sustentabilidade da ciência só é possível com o despertar de novos talentos e a divulgação e popularização científica para o povo. Estamos muito atrasados no quesito educação científica. Importante essa iniciativa do CNPq que valoriza quem compartilha o seu conhecimento científico com a população.






Inovação e divulgação são novos critérios da produção científica

Com a mudança, cientistas de todos os campos deverão descrever, na Plataforma Lattes, dados sobre entrevistas concedidas à imprensa de projetos de pesquisa

Por Gilberto Costa, da Agência Brasil

A mudança na plataforma Lattes poderá ocorrer em até dois meses

Brasília – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) vai acrescentar, na plataforma eletrônica Lattes, que traz currículos e atividades de 1,8 milhão de pesquisadores de todo o país, duas novas abas para divulgação pública. Em uma delas, os cientistas brasileiros informarão sobre a inovação de seus projetos e pesquisas; e na outra, deverão descrever iniciativas de divulgação e de educação científica.

Com a mudança, cientistas de todos os campos de investigação deverão descrever, na Plataforma Lattes, dados sobre a organização de feira de ciências, promoção de palestras em escolas, artigos e entrevistas concedidas à imprensa – além das informações básicas como dados pessoais, formação acadêmica, atuação profissional, publicações, linhas e projetos de pesquisa, áreas de atuação e domínio de idioma estrangeiros. A intenção do CNPq é aumentar o conhecimento da sociedade sobre as atividades científicas que ocorrem no país.

“No século 21, o cientista reconhece seu papel de engajamento na sociedade. Ele sabe que está sendo pago e financiado e que deve uma prestação de contas sobre o que faz”, disse o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, em entrevista à Agência Brasil. “Ainda há um fosso grande entre aqueles que fazem ciência e aqueles que consomem e financiam a ciência. A sociedade não conhece com profundidade toda a riqueza com que a ciência brasileira tem contribuindo para o desenvolvimento nacional”, avaliou.

Segundo Oliva, passou a ser papel dos cientistas dar publicidade às atividades de pesquisa, mostrar experimentos e explicar projetos para o público, e ligar o trabalho a inovações que contribuam com as políticas públicas e até mesmo para a criação de novos produtos a serem lançados no mercado.

A mudança na plataforma Lattes poderá ocorrer em até dois meses. O modelo e a funcionalidade das abas já estão formatados e respeitarão as regras de transparência de informações públicas. O CNPq muda já na próxima semana o portal www.cnpq.br que, entre outras funções, permite acesso à plataforma Lattes.

Os novos dados informados serão considerados pelos 48 comitês de avaliação do CNPq quando forem aprovar projetos de pesquisa e conceder bolsas de estudo a professores e estudantes universitários. O conselho terá indicadores para avaliação dos trabalhos científicos em quesitos de inovação e de produção em divulgação científica, como ocorre hoje com a cobrança de publicação de artigos científicos, os papers, em revistas especializadas, inclusive do exterior.


Desde junho do ano passado, o CNPq exige, na submissão eletrônica das propostas de pesquisa e nos relatórios eletrônicos de concessão científica, que sejam descritos, “em linguagem para não especialistas”, a relevância do que está sendo proposto e os resultados atingidos. “Com isso, eu passo a ter um banco fantástico para alimentar [com dados] os jornalistas”, promete o presidente do CNPq. Segundo Oliva, o sistema terá busca de projetos e relatórios por palavras-chave, instituição e área geográfica. Por ano, cerca de 15 mil propostas de pesquisa são recebidas pelo conselho no edital universal (para todas as áreas do conhecimento).

Com a divulgação das propostas e relatórios, a expectativa de Oliva é despertar o interesse de “jovens talentos” para a ciência e criar uma nova cultura acadêmica em quatro anos – aproveitando o aumento significativo de novos mestres e doutores formados no Brasil. Na década passada, esse número dobrou, tendo atingido mais de 50 mil em 2009.

Além de mudar a cultura no ambiente acadêmico, o presidente do CNPq imagina que a divulgação de trabalhos e a educação científica possam alterar o comportamento social. “As pessoas têm que usar a ciência no dia a dia. Entender, por exemplo, que há relações de causa e efeito”, observou. “Educar para os valores da ciência e para o método científico na vida pessoal nos protege de extremismos e intolerâncias”, acrescentou Oliva.