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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Recado - Gonzaguinha

Comentário: Vai aí um recado... e que venha 2012!!!

A incrível história do PM João Dias - O golpe contra Orlando Silva


Comentário: Não se pode deixar que a injustiça praticada contra Orlando Silva fique impune. Esse blog irá reproduzir e voltar a esse assunto sempre que alguma novidade sobre o caso aparecer. Tentaram destruir a honra de uma jovem liderança brasileira a partir de falácias. Mas como vovó já dizia: "Mentira tem perna curta" e a justiça ainda não chegou, mas ela não irá falhar.
 

19 de Dezembro de 2011 - 17h19

Capa Retrato do Brasil JoãoDias O Retrato do Brasil (dez/2011) conta toda a história da farsa contra Orlando e o PCdoB

A incrível história do PM João Dias: o alvo é outro (*)


Com a repetição de denúncias contra ministros e a criação incessante de pequenos fatos jornalísticos em geral mal investigados, a grande mídia conservadora visa transformar o governo Dilma num grande escândalo político.


A substituição do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, numa cerimônia na qual a presidente Dilma Rousseff fez grandes elogios a ele, a seu sucessor, Aldo Rebelo, e à legenda de ambos, o PCdoB, foi considerada, pelos maiores meios de comunicação do País, um escárnio, um desprezo à opinião pública. Jornais e revistas como O Estado de S. Paulo, O Globo, Veja, Época e IstoÉ promoveram uma agressiva e eficiente campanha de denúncias contra Silva e seu partido e acham que falam de um Olimpo, acima do bem e do mal, em nome de todos, “da sociedade”, como se fatos extraordinários tivessem se arremessado sobre eles por imposição divina, para que denunciassem a gestão do ex-ministro e de seu partido no Ministério do Esporte.

Leia mais
A incrível história do PM João Dias (Primeira parte)
A invenção do "esporteduto"
Não queriam entender nada
"É um safado!"
A FIFA e o novo ministro

Mesmo os mais ingênuos sabem, no entanto, que não é assim. Os fatos não se impõem aos jornais por conta própria nem são selecionados por uma divindade superior, imune aos interesses dos mortais comuns. O jornalismo é parte da luta política. Os fatos são empurrados para a mídia por pessoas, que representam interesses – próprios, de grupos, de classes sociais. A campanha contra Silva foi deflagrada pelo PM João Dias Ferreira, que chegou a ser candidato a deputado distrital pelo PCdoB em 2006 e de quem o Ministério do Esporte cobrava cerca de 4 milhões de reais.

Ferreira estava ameaçado de perder todos os bens, em função de ação iniciada pelo ministério e levada adiante pela Justiça federal, que o acusava de ter desviado aquele montante para benefício próprio, pela manipulação, com notas “frias”, das contas de um convênio com o ministério. O ataque a Silva foi combinado também com uma ofensiva contra o governador do Distrito Federal (DF), o ex-ministro do Esporte e também ex-militante do PCdoB Agnelo Queiroz. Nessa parte da campanha foram usadas pessoas que compunham o grupo do PM, mas se voltaram contra ele depois de terem sido cooptadas pela Polícia Civil do governo do DF em 2010. E até as crianças menos ingênuas da capital federal sabem que as forças derrotadas por Queiroz na campanha do ano passado estão vivas na política do DF e interessadas em desestabilizá-lo.

Tanto o PM Ferreira quanto seus dissidentes acharam na grande mídia conservadora aliados essenciais. A história de Ferreira foi divulgada pelo semanário Veja e pelo diário O Estado de S. Paulo. Veja divulgou o depoimento do PM na sua edição que começa a circular nacionalmente no sábado sem investigar praticamente nada da história e sem efetivamente dar ao ministro acusado o direito de defesa – pois o conteúdo mais preciso da acusação, como disse a Retrado do Brasil o secretário-executivo do ministério, Waldemar de Souza, só foi recebido no final da tarde da sexta-feira anterior. Mesmo assim a revista apoiou a acusação com vastas considerações editoriais.

O jornal paulista, em editorial, já na segunda-feira seguinte, 17 de outubro, após Veja estar em todo o País com a entrevista do PM afirmando ter Silva recebido na garagem do ministério 1 milhão de reais de dinheiro ilícito, disse claramente que a presidente Dilma deveria demitir o ministro do Esporte, mesmo sem essas acusações estarem minimamente documentadas. Como fizera uma campanha de denúncias contra o ministério no início do ano, também sem provar nada, talvez o grande diário conservador se julgasse no direito de exigir a demissão de um ministro apenas porque o denunciava.

A campanha contra Queiroz foi liderada pela IstoÉ, com um artigo de capa no qual a semanal pretendeu revelar “com detalhes como o atual governador de Brasília teria montado um propinoduto para desviar dinheiro público no Ministério do Esporte”. O material básico com o qual IstoÉ trabalhou é, no fundo, o mesmo de Veja. Foi produzido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF) no final do primeiro semestre de 2010, num inquérito estranho que investigava desvio de verbas federais – que é da competência da Polícia Federal (PF) e não da Polícia Civil. Já se vivia, então, a plena campanha eleitoral, a qual disputaram, de um lado, Queiroz, e, de outro, Weslian Roriz, a mulher de Joaquim Roriz, o grande político do DF, cuja candidatura fora vetada pela Justiça. Ferreira e mais cinco pessoas ligadas a ele foram presas em abril daquele ano. Duas pessoas que aparentemente participavam do esquema de manipulação de verbas de convênios com notas “frias”, Geraldo Andrade e Michael Silva, foram cooptadas pela PC-DF e depuseram a favor de Weslian, no programa eleitoral de TV, algum tempo depois. Esses mesmos depoimentos foram usados agora contra o governador Queiroz, e gravações de conversas de Ferreira daquela época, apreendidas em sua casa pela PC-DF, foram usadas, agora, por IstoÉ e Veja, contra Queiroz e Silva.

Não se deve acreditar que a grande mídia conservadora aja assim por acaso e, tampouco, que faça isso por participar de uma grande conspiração, inventando fatos do nada para infernizar um governo de serafins e querubins. A grande mídia tem um método, é o denuncismo. Fez com Silva exatamente o que fez em 2005, logo após as denúncias do então deputado do PTB Roberto Jefferson, que apontou o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, como o chefe da operação conduzida pelo tesoureiro do PT à época, Delúbio Soares, e pelo publicitário mineiro Marcos Valério. O esperto presidente da sigla trabalhista tinha criado, para usar o jargão do jornalismo, a “retranca” do “mensalão”. O Estadão, por exemplo, foi, também o primeiro a dizer, em editorial, que Dirceu era o chefe do mensalão. Foi ainda peça destacada da grande mídia na campanha de denúncias que levou tanto à demissão, a pedido, quanto à cassação, pelo Congresso, do deputado Dirceu, sem que, até agora, tenham sido apresentadas outras provas concretas – além da palavra de Jefferson – de que ele comandava o tal esquema. No caso da demissão do ministro do Esporte, o jornal criou uma retranca chamada de “esporteduto” sob a qual, além de trabalhar pela demissão de Silva, procurou desmoralizar os comunistas do PCdoB.

A grande mídia não constrói seu ponto de vista do nada a partir de um amontoado de mentiras. Jornais e revistas são editados com propósito, segundo regras, por um corpo de grandes editores nomeados pelos patrões. E todos têm dezenas de jornalistas e profissionais que todo dia acrescentam ao tema no qual estão focados miríades de informações. Dito de outra forma: a avalanche de informações que divulgam, de modo geral, não é falsa por ser um conjunto de pequenas mentiras; ela induz o leitor ao erro contando pequenas verdades, indo em busca apenas de coisas que são do interesse dos patronos dos editores. Fazendo uma avaliação muito ampla, pode-se dizer que há verdades parciais, “malfeitos” para usar a expressão da presidente Dilma, em todas as matérias de denúncias publicadas pelos grandes veículos citados.

Ter posição também não é um mal em si. Todos os jornais são assim, sejam de direita, de esquerda ou de centro: de um modo ou de outro têm um “partido”, uma posição. O exemplo do Estadão ajuda a entender o problema político de pretender, como se diz, regular a mídia. O diário paulista é um dos melhores jornais da grande mídia brasileira. Tem um grande número de repórteres e correspondentes e outros recursos para acompanhamento razoável dos fatos mais relevantes do Brasil e do mundo. Tem opiniões claras, bem escritas, o que permite saber com relativa precisão as posições de seus donos em relação a esses assuntos. Além do mais, é um jornal corajoso, militante. É, e sempre foi, um jornal liberal, no sentido de ser amplamente favorável à abertura das fronteiras econômicas do Brasil ao capital estrangeiro.

Do ponto de vista político, fundado em 1875, apoiou a República e, logo depois, a candidatura de Getúlio Vargas pela Aliança Liberal, o movimento liderado pelos “tenentes” que representavam a vanguarda do movimento antioligárquico no País nos anos 1920. Posteriormente, colocou-se na vanguarda do movimento conservador que, em 1932, organizou a rebelião armada contra Vargas em São Paulo e, em, 1964, apoiou o golpe que depôs o presidente João Goulart, herdeiro de Vargas, e instalou no País a ditadura militar que governou o Brasil por duas décadas, até 1984. Mesmo assim, a partir de 1968, quando o regime assumiu posições claramente fascistas, o Estadão divergiu do rumo tomado pelos militares – e viveu, orgulhosamente, sob censura prévia até o começo de 1975.

O Estadão, agora, é um dos campeões na defesa da “faxina” que a presidente Dilma estaria fazendo no governo. A suposta faxina, no entanto, decorre desse rol de pequenas denúncias em geral mal investigadas. O significado político delas parece claro. Tenta-se criar um fosso entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e o de Dilma, a sucessora que Lula escolheu. Tenta-se mostrar que o dela é sério e que o de Lula não o foi, com um propósito aparente de exorcizar o passado. Algo nos termos do que disse, na página de editoriais do Estadão, o ex-deputado e ex-secretário de Estado João Mellão Neto, em artigo intitulado, sugestivamente, “Vade retro, Luiz!”.

Mellão diz que Lula “logrou eleger a sua sucessora, mas deixou para ela uma pesada herança. De modo interesseiro, para criar um contraponto com Lula, o grande jornal conservador está sugerindo que Dilma deveria ser, por exemplo, como o ex-presidente Jânio Quadros, um herói de campanhas de “faxina” no poder, que os conservadores – como o Estadão – apoiaram nas vésperas do golpe militar de 1964 e que imaginavam ser a salvação da pátria. Estadão, Veja, O Globo etc. querem criar um fosso entre Lula e Dilma para enfraquecê-la, obviamente, e não para apoiá-la numa reeleição em 2014. E querem, desde já, minar uma candidatura Lula em 2014, coisa que não é improvável.




Quem é o cacique. Ela? Ele? Ou o jornal?

O diário da família Marinho, O Globo, foi participante ativo da campanha de denúncias contra o ex-ministro Orlando Silva. Um exemplo das técnicas dessa campanha é o tratamento dado pelo diário a uma intervenção do ex-presidente Lula na história. No sábado, 22 de outubro, a manchete do jornal foi “Lula manda PCdoB resistir e Dilma mantém ministro”, apoiada em declarações de líderes do PCdoB que narraram ao jornal o apoio que o ex-presidente estaria dando à resistência do ministro e do partido à demissão. Na terça, no entanto, nas matérias que fez da viagem da presidente para inaugurar a ponte Rio Negro, um empreendimento iniciado no governo Lula, O Globo procurou dizer que Dilma teria convencido o ex-presidente de que era preciso demitir Silva. O contexto era o seguinte: Lula iria ao México para receber uma premiação; Gilberto Carvalho, seu ex-chefe de gabinete e ministro de Dilma, convidou Lula para ir de Brasília a Manaus com ela, para tratar da situação. De lá, Lula seguiu sua viagem. No trecho Brasília–Manaus, a presidente e o ex trataram do caso PCdoB–Silva. E Lula teria mudado de opinião. De onde vieram as informações sobre o que Dilma teria dito? Não vieram nem de Dilma nem de Lula. Saíram, segundo texto de O Globo publicado no dia 26, de “interlocutores que estavam em Manaus”, do “relato de presentes”, de “um integrante da comitiva presidencial”, de “relatos”. O jornal não cita as fontes por conta própria ou porque elas pediram para não ser citadas. Essas fontes não existem? O jornal mente nesse detalhe? Quase certamente, não. Possivelmente, estava acobertando fontes que eram contra o ministro e o PCdoB e não queriam aparecer. O jornal não deu destaque aos que tinham interesse contrário e que usaram declarações de Lula e Dilma em Manaus em defesa de Silva, também possivelmente verdadeiras. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), por exemplo, afirmou a O Globo que a presidente lhe disse em Manaus que “gostou muito da conversa com Orlando”, que tivera pouco tempo antes, e que o ministro “lhe pareceu muito firme”. Mas a manchete de O Globo foi outra, de sentido contrário. Resumo: o jornal usa as informações que obtém, possivelmente verdadeiras, para construir um contexto do qual omite ou minimiza aquilo que não lhe interessa. Ou ainda: que cacique queria demitir Silva? Dilma? Lula? Ou O Globo?


Fonte: Retrato do Brasil, nº 53, dezembro de 2011 (foram feitas pequenas alterações na apresentação desta extensa reportagem, para adequá-la à internet, sem contudo nenhuma mudança no texto original).

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Postagem no Blog do Prof. Fábio Siqueira sobre a cobertura da mídia acerca das eleições para reitor no IFF



Comentário: O artigo do Prof. Fábio Siqueira é preciso na crítica ao PIG Campista, esclarece a todas as pessoas de bem os reais fatos ocorridos ontem no Campus Campos-Centro. O conceito de campos-centrismo de fato pegou e vejo que a grande batalha que nós das comunidades dos campus periféricos teremos que travar é justamente a de reforçar que o Instituto Federal Fluminense é maior que Campos dos Goytacazes ou daqueles que trabalham e estudam nos campus da cidade. O IFF abrange mais da metade do Estado do Rio de Janeiro e suas ações devem ser sistêmicas. O Prof. Fábio faz a pergunta que não quer calar: Porque o PIG Campista e a panelinha littleboyana quiseram tanto a eleição de Luiz Augusto Caldas? Essa resposta será respondida em breve. Outubro de 2012 vem aí. Se preparem, eles vão cobrar a conta.

Veja mais em: http://fabiosiqueira.blogspot.com/2011/12/mais-do-mesmo.html

Mais do mesmo.

Com pesar, este blog sai de um silêncio de quase vinte meses num gesto simbólico, para mais uma vez se indignar contra a vergonha reprresentada pela falta de ética e de credibilidade de setores da imprensa escrita de Campos. O simbolismo está no fato de um dia este escriba haver acreditado na possibilidade da "rede blog" representar uma alternativa de liberdade de expressão e independência na circulação de idéias e notícias na triste paisagem desta planície.
A frustração de outrora somada à acumulação de compromissos sindicais e profissionais calaram esta trincheira.
Contudo, hoje, a indignação me traz de volta, frente o choque causado pela observação de inverdades e manifestações de interesses escusos na manchete exposta no jornaleiro em uma certa Folha local.
Como professor do Instituto Federal Fluminense e membro suplente da Comissão eleitoral responsável pelo pleito - representando o Campus Itaperuna - pude acompanhar de perto o imbróglio ocorrido na apuração dos votos dos discentes do Campus centro para a reitoria. Vale destacar aqui que o problema deve-se a equivocos da Comissão eleitoral do Campus centro e dos mesários responsáveis pela colheita dos votos nesta unidade e a possível má fé de alguns estudantes eleitores.
Frente a evidências de irregularidades nas urnas referentes ao corpo discente, a Comissão eleitoral central agiu de forma prudente de forma a não macular o pleito e os votos até então escrutinados. A reitoria não teve qualquer atitude no sentido de impedir escrutíneo algum, apenas fiscais da Professora Cibele agiram no sentido de preservar a lisura do pleito.
A Polícia Federal não "garantiu" apuração alguma, assim como a reitoria nunca quis impedir escrutíneo algum! A presença da força policial foi solicitada pela Comissão eleitoral para preservar o conteúdo das urnas da ação de falsas lideranças, ex-alunos e gestores irresponsáveis que incitavam estudantes incautos e ingênuos a tumultuar o processo democrático. Tudo transcorreu de forma normal após acordo entre as candidaturas para garantir a manifestação democrática da vontade da comunidade frente a indícios de fraude.
O que choca é a desproporção entre o apelo desta pauta junto ao universo da opinião pública, em que pese a importância de nosso instituto na cidade e na região, e o tamanho da cobertura - metade da primeira página - destinada pelo jornal às eleições para a reitoria do IFF. Mais uma vez a desproporção na apuração de notícias entre os dois jornais diários da cidade fica registrada em edições "históricas" que confundirão profundamente futuros historiadores. Apesar do empenho da Prefeita e de seus aliados na eleição do Professor Luiz Augusto, o Diário cobriu de forma mais discreta sua vitória! Fica a questão: Quais interessse e que relações unem a Folha da Manhã e o grupo que hegemoniza o Campus centro e agora o IFF?
Aos vencedores as batatas e o butim pelo qual tanto brigaram. Mas também o registro que sua vitória contrariou mais de 48% da comunidade do Instituto, e que os Campus de outras cidades, sobretudo os que estão em fase de consolidação, não aceitarão o boicote a retaliação e o "campos centrismo" dos que, como um louco que nos abordou nas arquibancadas do ginásio ontem às 09:00 da manhã, acreditam que o instituto se resume aos campi de Campos.

Niemeyer desafia as linhas do tempo e completa 104 anos


Comentário: "A vida é um sopro", essa frase foi dita por Niemeyer e parece ironia pra um homem centenário. Parabéns Niemeyer, por quebrar a regra que diz que os bons morrem jovens. Feliz Aniversário, Camarada!!!


O homem que desafia as linhas retas e o tempo. Oscar Niemeyer completa 104 anos nesta quinta-feira (15). O famoso arquiteto brasileiro produziu mais de 600 obras no mundo inteiro, entre elas Brasília. Para marcar a data, Niemeyer apresentará os projetos que desenhou para a sede da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) em uma nova edição da revista que edita.



"Como sempre a comemoração será limitada a seus amigos mais íntimos, em casa, mas, para não deixar o dia passar em branco, Niemeyer fez coincidir o aniversário com o lançamento da 11ª edição da (revista) Nosso Caminho", disse Luiz Otavio Barreto Leite, um de seus colaboradores.

A revista, outra iniciativa de Niemeyer para continuar ativo e expor suas ideias, destacará nesta edição os planos da sede da Universidade Latino-Americana, que está sendo construída em Foz do Iguaçu, na fronteira com Argentina e Paraguai.

"A revista incluirá um texto inédito sobre o Haiti do (escritor uruguaio) Eduardo Galeano e uma extensa homenagem a Vinícius de Moraes, mas no que Niemeyer mais trabalhou foi na apresentação de suas ideias para a Universidade Latino-Americana e dos diferentes detalhes da obra", antecipou seu colaborador.

De acordo com Leite, "se trata de um projeto pelo qual Niemeyer tem muito apreço" e com o qual quer desenvolver uma velha aspiração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da atual governante Dilma Rousseff.

O projeto para a universidade, que ocupará 40 hectares na sede de Itaipu, a hidrelétrica compartilhada por Brasil e Paraguai, inclui seis edifícios, alguns já em construção, destinados à reitoria, biblioteca, anfiteatro, restaurante, laboratórios e salas de aula.

Segundo o Governo Federal, a universidade terá capacidade para dez mil estudantes, metade brasileiros e metade de outros países latino-americanos, e oferecerá cursos nas áreas de ciências e humanidades, tanto em espanhol como em português.

A revista Nosso Caminho também apresentará em sua nova edição outros dois projetos desenvolvidos pelo arquiteto nos últimos meses. O primeiro é uma residência particular na Inglaterra que Niemeyer, nascido no Rio de Janeiro em 15 de dezembro de 1907, quer transformar em um modelo da arquitetura moderna.

O outro é o Teatro Musical Rio's, um enorme espaço destinado a shows e musicais, situado no Aterro do Flamengo, que ainda precisa do aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Prefeitura do Rio para sair do papel.

"A dedicação às diferentes obras que lhe encomendaram, à revista, a seus encontros com amigos para falar de filosofia e a outras atividades é uma forma de mostrar que quer seguir ativo e que não pensa em se aposentar", comentou o colaborador de Niemeyer.

Há exatamente um ano, quando completou 103 anos, o arquiteto de Brasília surpreendeu ao apresentar a letra de um samba que compôs com o enfermeiro Caio Almeida e o músico Edu Krieger. A composição foi a forma que encontrou para se distrair durante o período em que esteve internado em um hospital pelos problemas de saúde que sofreu no ano passado.

Por ocasião do 104º aniversário do artista, o recém criado Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) do Rio de Janeiro realizará sua primeira reunião em homenagem a Niemeyer, um dos impulsores do órgão. Com a nova entidade, estruturada não apenas no Rio, mas em todas as unidades da Federação, os 120 mil arquitetos e urbanistas do país deixam de ser vinculados aos conselhos regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Creas) e passam a ter o seu próprio órgão fiscalizador do exercício profissional.

A principal atribuição do CAU, que somente no estado do Rio de Janeiro reúne cerca de 20 mil arquitetos e urbanistas, será a de acompanhar, fiscalizar e normatizar o exercício profissional. Fora do âmbito estritamente legal, Sidney Menezes vê outro importante papel para o órgão.

Outra homenagem a Niemeyer acontecerá no Parque Dona Lindu, projetado por Niemeyer no Recife, onde será inaugurada nesta quinta-feira uma exposição retrospectiva de sua obra que incluirá esculturas, maquetes e desenhos.

Se o 103º aniversário do arquiteto esteve marcado pela inauguração de um dos edifícios que desenhou para o Centro Cultural Oscar Niemeyer em Avilês, na Espanha, o 104º o estará por mudanças na administração do espaço e a possível retirada do nome do brasileiro do complexo.

O Governo do Principado de Astúrias anunciou no meio de uma polêmica que na quinta-feira assumirá a gestão do Centro, até agora administrado pela Fundação Oscar Niemeyer, e por isso o local terá que mudar de nome.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Orlando Silva: Nada como um dia após o outro

 

Comentário: Nada como um dia após o outro. A mentira tem perna curta. Qual a credibilidade que um bandido como esse tal João Dias tem na sua acusação sem provas contra Orlando Silva? Pior que esse patife é a revista veja, que anda a torto e à DIREITA atacando o governo Dilma. É preciso tomar uma atitude que passa por rechaçar essas falsas denúncias e impedir que a pauta do nosso governo seja ditada por esse panfleto fascista. 

Ao camarada Orlando Silva minha solidariedade, esteja certo de que vossa honra está sendo defendida por muitos brasileiros que acreditam que a certeza está à nossa frente e a história na nossa mão.

 

O bandido João Dias e a mafiosa Veja

Por Altamiro Borges

O policial João Dias, o bandido-fonte da Veja no linchamento do ex-ministro Orlando Silva, voltou a ser preso hoje (8). Na grotesca invasão ao Palácio Buriti, quando atacou duas funcionárias, gritou palavrões, esbanjou racismo e exibiu um pacote com R$ 159 mil, ele também agrediu um policial.

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, a sua prisão está amparada no Artigo 209 do Código Penal Militar, porque ele quebrou o dedo de um sargento destacado para contê-lo. O crime, portanto, não é pela agressão às servidoras públicas, mas por ferir um integrante de sua própria corporação.

Cadê a punição à revista Veja?

João Dias está detido na Corregedoria da PM e será levado para uma ala especial do presídio da Papuda, onde ficam os presos militares. Na prisão de ontem, ele pagou uma fiança de R$ 2 mil e foi liberado. Agora, voltou à cadeia. O Código Penal Militar é rigoroso contra policiais que atacam os seus pares.

Esse criminoso "amalucado" e violento foi a principal fonte da revista Veja contra o ex-ministro dos Esportes. Fez inúmeras denúncias sem apresentar qualquer prova. Destruiu a imagem do jovem Orlando Silva. Agora, ele está preso. E a criminosa revista Veja? Ela ficará impune por seu crime?

Ela deu espaço nobre para um bandido - acusado por desviar recursos públicos, por enriquecimento ilícito (uma mansão, três carrões importados e duas academias de ginástica) e até por homicídio. Será que ninguém fará nada contra este tipo de jornalismo criminoso, murdochiano?

O governo continuará evitando o debate na sociedade sobre a regulação da mídia? Será cúmplice dos crimes destes jagunços midiáticos?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Imagem Insólita 10

Foto: Adriano Ferrarez

Comentário: Esse canário poderia se chamar Narciso.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Foto histórica traz Dilma sendo interrogada pela ditadura militar

Comentário: Nos últimos tempos tenho recebido e-mails e lido matérias vinculadas em jornais em que os saudosistas do regime fascista que se instalou no Brasil rasgam elogios e fazem apologia a esse tenebroso período de nossa história. Dizem que a resistência à ditadura era sinônimo de bandidagem e repetem o discurso de que os verdadeiros brasileiros que resistiram à ditadura pagando com suas vidas eram terroristas. Num dos artigos o autor fazia a associação entre a violência nas nossas cidades decorrentes do tráfico de drogas e o fato de termos uma ex-guerrilheira presidindo a nossa república. O filme Cidade de Deus nos dá uma dica de como o tráfico de entorpecentes se desenvolveu no nosso país. Enquanto os militares reprimiam os opositores ao regime a bandidagem se fortalecia nas grandes cidades. O aparato repressor do Estado matava os jovens revolucionários do Brasil e enquanto isso sob o olhar de consentimento dos militares as facções criminosas se desenvolviam. Um outro filme também aborda essa questão, apesar de ser muito ruim 400 contra 1 fala do surgimento do Comando Vermelho e fica constatado o argumento apresentado acima. Na matéria abaixo é emblemática a postura covarde dos torturadores da Presidenta Dilma. Eles tapam a cara. Ora se a bandida era ela e eles (milicos) eram os mocinhos por que a vergonha em aparecer? Os fascistas enrustidos que volta e meia fazem odes de amor à ditadura tem que entender de uma vez por todas que os versos do poema do povo brasileiro só tem palavras que rimam com DEMOCRACIA.

Por Kerison Lopes, Do Portal Vermelho


Uma foto inédita da presidente Dilma sendo interrogada em um tribunal da ditadura militar foi publicada pela revista Época neste sábado (3). Imediatamente foi reproduzida por milhares de usuários das redes sociais, principalmente no Facebook.



Justiça Militar
 Dilma no interrogatório O interrogatório foi feito depois de 22 dias de tortura contra a presidente
A descoberta foi do jornalista Ricardo Amaral, autor do livro A vida quer coragem, uma biografia de Dilma que chega às livrarias na primeira quinzena de dezembro. Ricardo foi assessor da presidente na Casa Civil e na campanha presidencial e em sua obra conta a história da petista da guerrilha ao Planalto.

Resgatada dos porões da ditadura, a foto faz parte do processo contra Dilma na Justiça Militar. Foi tirada em novembro de 1970, quando ela tinha 22 anos. Segundo informações do livro, o interrogatório em questão foi feito após 22 dias de tortura e aconteceu na Auditoria Militar do Rio de Janeiro.

Chama a atenção na imagem a expressão dos algozes que faziam o interrogatório. Ambos escondem a cara como bandidos, da mesma forma que vemos cotidianamente em casos de prisões na frente de câmeras. A expressão dos bandidos de então contrasta com o olhar altivo da atual presidente.

Imagens de época

Não é a primeira vez que a revista dos Marinho traz imagens da Dilma guerrilheira. Em agosto de 2010, menos de dois meses do primeiro turno da eleição presidencial, a mesma revista Época trouxe uma reportagem intitulada "Dilma na luta armada".

A matéria tinha o claro objetivo de assustar uma parcela mais conservadora do eleitorado. Um dos  inter-títulos era “Dilma foi denunciada por chefiar greves e assessorar assaltos a banco”. A matéria propaganda, que tinha a intenção de ser negativa, acabou trazendo o maior ícone virtual da campanha de Dilma dali pra frente.

O diretor de arte da publicação teve a idéia de pegar uma foto que a ditadura tirou da guerrilheira e aplicar em pop art. Pronto. Em poucos dias, eleitores da petista transformaram o símbolo em avatar de perfil em rede sociais.

Da internet, o ícone ganhou as ruas. Foi alterada em dezenas de versões, virou camisetas, foi transportada para cartaz, grafitagem e acima de tudo, virou o símbolo de uma campanha jovem e ousada, contra a conservadora campanha de José Serra.

De Brasília,
Kerison Lopes

domingo, 4 de dezembro de 2011

Lungaretti: Sócrates era maior do que o Futebol


Sócrates em comício das Diretas Já!!!



Muhammad Ali esteve no Brasil quando assumia conscientemente o papel de símbolo da luta dos negros contra o racismo e Pelé era um gênio do futebol e um zero à esquerda em preocupações sociais.

Por Celso Lungaretti, em seu Blog


Muhammad Ali esteve no Brasil quando assumia conscientemente o papel de símbolo da luta dos negros contra o racismo e Pelé era um gênio do futebol e um zero à esquerda em preocupações sociais.

Um repórter perguntou ao grande Ali o que achava de Pelé. Com seu brilhantismo habitual, ele respondeu algo assim (não encontrei a frase exata): "Se alguém é um esportista extraordinário, isto já basta. Mas, se além disto, ele também levanta as bandeiras de sua gente e trava o bom combate, aí sim ele é completo".

Sócrates era completo.

Parafraseando o que Foreman disse sobre o próprio Ali, talvez Sócrates não tenha sido o maior jogador brasileiro de todos os tempos, mas, sem dúvida, foi o melhor cidadão brasileiro que já atuou no futebol profissional.

A ponto de, quando os melhores cidadãos brasileiros saíram às ruas para recuperar o direito de elegerem o presidente da República, ele se ter comprometido com a multidão que lotava o Vale do Anhangabaú (SP) a recusar a proposta estratosférica da Fiorentina e permanecer no país para ajudar a reconstruí-lo, caso fosse aprovada a emenda das Diretas Já.

Perdemos um grande companheiro, um irmão de fé. Foi doído demais.

Fonte: Náufrago da Utopia

Homenagem ao Dr. Sócrates 1

Comentário: Guardo recordações da Copa do Mundo de 1982 apesar de que na época tinha apenas 5 anos. Me lembro do Pacheco, mascote da Copa criado pela Gillete, e também de imagens dos jogos da seleção brasileira onde se destacamas figuras de dois jogadores Falcão e o grande Sócrates, gênios daquele timaço. Impossível não lembrar do jogador com nome de filósofo, de barba e cabelos rebeldes. Em 1986, tive álbum de figurinhas da copa e aí a imagem desse jogador se solidificou. Sou um sofredor botafoguense, não nutro qualquer simpatia pelo Corinthians, mas a imagem da torcida corintiana com a mão cerrada levantada homenageando o Dr. Sócrates foi contagiante. Reproduzo a seguir texto que trata dessa grande figura humana. Até mais ver, companheiro Sócrates! Boa Viagem!


Morreu Sócrates Brasileiro, o revolucionário do futebol


Por Kerison Lopes, do Portal Vermelho

Na madrugada deste domingo, mais precisamente às 4h30, morreu o ex-jogador Sócrates, no hospital Albert Einstein em São Paulo. A causa anunciada foi uma infecção generalizada. Com 57 anos, essa foi a terceira internação nos últimos meses. Desta vez, a infecção intestinal se generalizou, afetando outros órgãos.



Desde as outras internações, o ex-atleta batalhou contra uma cirrose hepática, que causou hemorragia e problemas sérios no esôfago. De acordo com o portal UOL, Sócrates começou a passar mal após um almoço em um hotel em São Paulo na quinta-feira (1º). Ele pode ter sofrido a infecção intestinal em função de uma bactéria.

Na primeira internação em agosto, Sócrates ficou oito dias na UTI, quando veio a público seu problema com o alcoolismo. Aliviado quando deixou o hospital, o ex-jogador afirmou que tinha vencido a luta que ainda o “incomodaria bastante”.



Revolucionário

O paraense Sócrates Brasileiro iniciou sua carreira no Botafogo de Ribeirão Preto. Depois, se tornou um dos maiores ídolos da história do Corinthians e da seleção brasileira. Formado em medicina pela Universidade de São Paulo, o que mais marcou a biografia do Magrão, como era chamado pelos amigos, foi sua inteligência incomum. Da formação acadêmica, herdou outro apelido, Doutor.

Sua capacidade intelectual não foi só usada para ser um destacado jogador pensante dentro das quatro linhas. Ela foi usada para ser um pensador que marcou época fora delas. Assumidamente de esquerda, um dos seus maiores feitos foi liderar a Democracia Corintiana, um movimento que estabelecia poderes aos jogadores nas decisões do clube.

Na sua vida política, o ex-jogador se engajou de cabeça em várias lutas como nas Diretas Já, nos anos 1980. Revolucionário, chegou a estudar a proposta de comandar a seleção de Cuba, “como forma de ajudar a revolução de Fidel”, como declarou na época. O mesmo Fidel que Doutor homenageou dando esse nome ao primeiro filho.

Colunista

Nos últimos anos, o ex-jogador foi colunista da revista Carta Capital. Na edição de semana passada, ele mostrava seu lado nas palavras. Em sua coluna, elogiou revolucionários do mundo inteiro que tinham “um sonho”.  Enumerou seus ídolos, no Brasil e fora dele. Falou de Martin Luther King, Daniel Cohn-Bendit, Ellen Sirleaf, Tawakul Karman e Nelson Mandela. Dos brasileiros, citou Luiz Carlos Prestes e Antonio Conselheiro.

O ex-jogador deixa mulher e filhos. Raí, também jogador de futebol e um dos seus irmãos, ficou famoso por ser ídolo no São Paulo na década de 1990.






sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

COM CIBELE POR UM IFF CADA VEZ MELHOR!!!



Comentário: O Instituto Federal Fluminense tem colaborado a partir da educação profissional para transformar a vida de muitos jovens e trabalhadores no Estado do Rio de Janeiro. Hoje o IFF está presente de Itaboraí, passando por Casimiro de Abreu, Cabo Frio, Macaé, Quissamã, Campos dos Goytacazes (Centro), Campos dos Goytacazes (Guarus), São João da Barra, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Miracema, Santo Antônio de Pádua até Itaperuna. Espero não ter esquecido de ninguém. Essa presença é fruto de trabalho sério e compromisso institucional. O caminho que temos que trilhar é aquele que percorra a consolidação desse projeto e isso passa necessariamente pela eleição da Cibele para reitora do IFF em 14 de dezembro. Pude assistir ao nascedouro dessa nova institucionalidade, tomei posse como professor no dia 14 de janeiro de 2009 (o Presidente Lula criou os IFET's em 29/12/2008). Assisti nestes 3 anos os vários ataques virulentos que a Cibele recebeu de pessoas que hoje pregam a construção de um novo instituto. Minha admiração pela Cibele tem muito a ver com a forma como ela enfrentou tudo isso. Aqueles que hoje dizem que é necessário um novo Instituto queriam o "impeachment" da Cibele, mas o que conseguiram foi assistir ao IFF crescer como instituição de ensino antenada com a comunidade e de portas abertas para a inclusão de jovens e trabalhadores no mundo do trabalho. Neste momento importantíssimo para o futuro do nosso IFF não podemos ser seduzidos pelo canto da sereia dos sofistas de plantão. Falando um pouco do Campus Itaperuna e do desenvolvimento a que ele chegou nestes 2 anos e 9 meses de funcionamento algo é incontestável: nada disso seria realidade sem o apoio incondicional da reitoria, na figura da Cibele, aos projetos que o Evanildo (nosso Diretor Geral) implementou juntamente com a comunidade do Campus Itaperuna. Tenho a honra de participar dessa gestão. Professores, técnico-administrativos e estudantes de outros câmpus também tem o mesmo a dizer acerca da realidade de suas comunidades. Nossa reitoria deve zelar pelo fortalecimento dos Câmpus, acredito que desonerar a reitoria de funções executivas não contribua em nada para esse objetivo. Eu quero um reitor(a) e não um Rei da Suécia, pôxa! Será necessário se recorrer à Teoria das Propriedades Complexas para entender o que se passa no cotidiano da nossa instituição? Acredito que as respostas a todas as demandas do nosso dia-a-dia tem sido buscadas pela Cibele com a sabedoria de mulher, de educadora, de mãe. Como diria Renato Russo: "A minha escola não tem personagem, a minha escola tem gente de verdade". Que os "ILUMINADOS" fiquem com Jack Nicholson, Stephen King e os Kubricks. Que as pessoas no IFF brilhem coletivamente, consolidando uma escola inclusiva, democrática e acima de tudo aberta ao povo. "Juntos por um IFF cada vez melhor". CIBELE REITORA!!!