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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mais do CQC, Rafinha Bastos e Marcelo Tas

Comentário: Diferentemente de André Lux eu cheguei a acompanhar alguns CQC's no início desse enlatado da TV Bandeirantes. Depois de um tempo cai na real de que não valia a pena perder tempo com esses babacas e que se eu queria rir era só abrir os e-mails do meu amigo Hamilton e dar boas gargalhadas. O problema é que tem muita gente boa que acha que se politiza vendo o tal CQC. O artigo postado por André Lux em seu blog www.tudo-em-cima.blogspot.com, revela o caráter do comandante da mesa, o tal marcelo tas.

 

Marcelo Tas não passa de um covarde cínico e hipócrita

Por tudo que fez e deixou de fazer no episódio da censura ao colega Rafinha Bastos, o sujeito mostrou que o caráter dele é feito de algo que ele realmente tem de sobra: bosta.

Marcelo Tas provou que é um bosta
- por André Lux, jornalista

Bom, vou dar meus pitacos na recente polêmica envolvendo o tal de Rafinha Bastos e seu afastamento do programa CQC da TV Bandeirantes.

Pra começo de conversa deixo claro que nunca assisti a esse programa e também nunca vi qualquer performance do Bastos. Mas, obviamente, acompanho pela blogosfera, pelas redes sociais e pelos sites independentes as polêmicas e os desdobramentos das grosserias que são apresentadas no programa comandado pelo Marcelo Tas. Então posso dizer que tenho uma boa ideia do que se trata e, obviamente, concluo que é mais um exemplar de lixo televisivo disfarçado de "atração cômica" que, mais grave, ainda acha que tem caráter "politizador" só porque causa constrangimento público em políticos.

Também faço questão de deixar claro que nunca gostei desse Marcelo Tas. Desde a época em que ele aparecia em alguns programas da TV Cultura, sempre achei-o um sujeito metido a besta, pseudo-intelecutal, afetado em demasia e, acima de tudo, completamente sem graça. Enfim, é uma espécie de bobo alegre que se leva a sério e realmente se julga um gênio da comédia (bem sabemos que os verdadeiros gênios são intrinsecamente humildes).

Abrindo um parênteses, para mim o verdadeiro comediante é aquele que sabe, antes de mais nada, rir de si mesmo, que não se leva a sério e que nunca faz gozação usando um ponto de vista opressivo ou do opressor - exceto quando sua intenção é justamente ridicularizar o opressor. Estão aí Charles Chaplin, Jacques Tati, Peter Sellers e toda a gangue do Monty Phyton para não me deixar mentir.

Corta para a nova polêmica imbecil envolvendo um dos membros mais infames do programa CQC. Depois de proferir centenas de comentários preconceituosos, sexistas, agressivos ou simplesmente grosseiros contra, essencialmente, minorias (principalmente os gays), pobres e mulheres, o tal de Rafinha Bastos acabou sendo afastado do programa por mexer com quem não devia. Ou seja, disparou sua saraivada de baixarias contra uma celebridade e causou a fúria de quem é dono da grana. Assim, pauzinhos foram mexidos e os donos da TV Bandeirantes, que não rasgam dinheiro, acharam por bem "censurar" o playboy chegado num bullying.

Como bem frisou Gilberto Maringoni em seu artigo na Agência Carta Maior, "O integrante do CQC, que fez piada de péssimo gosto com Wanessa Camargo, já falara coisas piores. Agora mexeu com esposa de milionário, que ameaçou tirar anúncios da TV Bandeirantes. Ninguém classificou caso como atentado à liberdade de expressão. Já quando ministra condena comercial de lingerie machista, o coro é um só: “Censura”!"

Exatamente. Assim, o mesmo Marcelo Tas que vive dando xiliques contra uma suposta agenda de cerceamento da liberdade de expressão que faz parte do governo federal, primeiramente calou-se em relação à censura feita contra seu próprio colega de programa e certamente uma das suas principais atrações (lembrem-se que estamos falando da pessoa "mais influente do mundo", segundo o jornal The New York Times - eu fico aqui imaginando que tipo de pessoa se deixa influenciar por um idiota do tamanho de um Rafinha Bastos!).

Agora, questionado em um entrevista para um portal que não me lembro o nome, o bobo alegre do Marcelo Tas afirma que "é preciso fazer humor, mas com responsabilidade", enquanto condena o politicamente correto. No português correto isso significa uma só coisa: Marcelo Tas, o autoproclamado cavaleiro andante a favor da liberdade de expressão, saiu pela tangente e provou de forma cabal que não passa de um covardezinho cínico e hipócrita. Na hora em que tinha que realmente defender a liberdade de expressão (e de um colega de trabalho!), enfiou o rabinho entre as pernas e correu lamber as botas do patrão.

São em momentos como esses que uma pessoa mostra quem realmente é e de que é feito seu caráter. Por tudo que fez e deixou de fazer no episódio da censura ao colega Rafinha Bastos, o Marcelo Tas mostrou que o caráter dele é feito de algo que ele realmente tem de sobra: bosta.

2 comentários:

  1. Voces comunistas, cheios de "não me toque" quando falam de censura...
    É nessas horas que a gente observa como tem gente sem argumento que enche um texto de palavras baixas. Não poderia fazer um texto sem tantas acusações com palavras baixas??
    E depois falam de Arnaldo Jabor.
    Confio na "blogosfera" e, ainda confio que meio comentario será publicado...

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  2. Mais um comentário seu neste singelo blog. Tenho que comentar seu comentário. Pelo que posso perceber você faz questão de ler os posts dessa pequena tribuna de debates, digo isso pois no comentário que você faz acima você mistura conteúdos de vários posts. Vamos por partes então:
    1) CQC: Muito sinceramente esse dito programa nada mais é que um lixo enlatado. Infelizmente tem gente ingênua que assiste a esse programa achando que se politiza. Creio que no Congresso Nacional existam “300 picaretas com anel de doutor” como certa vez falou Luis Inácio. Mas ainda restam 294 parlamentares e no meio desses há pessoas sérias que pretendem tornar o Brasil um país mais justo, digno e melhor. A responsabilidade por aqueles políticos estarem lá é nossa, do povo que os elege. Um dos compromissos que reforço diuturnamente é contribuir de alguma forma para que a consciência desse maravilhoso povo brasileiro se eleve. Minha indignação com pessoas como marcelo tas, o tal rafinha bastos e os outros manés que não me lembro o nome, é estarem promovendo o preconceito contra as mulheres, o racismo, por meio de piadas sem graça e infames, e ao dizer politizar despolitizar o povo do Brasil.
    2) Quanto ao Jabor, creio que a carta de Mauro Carrara é o supra sumo da definição desse pária. Você tem algum apreço pelo Jabor? Eu... tenho asco.
    3) Você se mostrou preocupado com a publicação de seu comentário neste singelo blog? Como disse em resposta a um comentário seu em 25 de fevereiro de 2011: (creio que essa foi vossa primeira participação no blog) “Sou iluminista quando o assunto é liberdade de expressão concordando com Voltaire”. Portanto seus comentários, dentro dos limites civilizatórios e humanísticos, serão publicados. Só não irei comentá-los e eu digo o por quê no tópico 4 abaixo.
    4) Já que você confia tanto na blogosfera por que você não faz um blog pra expressar suas ideias? Tenho alguma sugestões de nomes para você: (i) www.euodeiocomunista.blogspot.com; (ii) www.oanticomunista.blogspot.com; (iii) www.comunistasdemerda.blogspot.com. No princípio de seus comentários pensei, muito sinceramente, que você fosse um menino desinformado, que tinha até mesmo uma certa querença em questionar as coisas. Percebi no entanto que você é um anticomunista ferrenho e aí tenho que dizer uma coisa para você otávio jardim ângelo: a linha que separa o anticomunismo do fascismo é muito tênue, creio que talvez ela nem exista. Ademais creio que mais do que anticomunista você é um provocador. E eu, cara, não vou cair na sua pilha. Como dizia Raul Seixas: “Tem gente que passa a vida inteira, travando a inútil luta com os galhos, sem saber que é lá no tronco que está o curinga do baralho”. Bicho, tú é galho, meu velho! E eu conheço o curinga!!! Quem é ele? Quem é ele?
    5) Pode mandar quantos comentários quiser, mais uma vez lhe digo: dentro dos limites civilizatórios e humanísticos, todos serão publicados. Mas esse é o derradeiro que eu replico.

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