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sábado, 8 de outubro de 2011

"Imortais" brasileiros - parte 3 - Campanha Bruna Surfistinha na ABL

Comentário: Se fossem fazer uma votação pela internet ou pelo 0800 acredito que ela ganhava disparado.


Bruna Surfistinha é a mulher que mais vendeu livros no Brasil
No dia 02/06/11 acontecerá a eleição secreta que nomeará um novo nome para ocupar a cadeira 31 do pavilhão dos imortais da Academia Brasileira de Letras. Desde 27 de fevereiro do corrente ano esta cadeira ficou vaga em função da morte do escritor Moacyr Scliar. Dentre os concorrentes a vaga surgem nomes de peso da literatura nacional, tais como Ferreira Gular, Merval Pereira, Jô Soares e a surpreendente candidatura de Raquel Pacheco (Bruna Surfistinha).
A estratégia de campanha de Raquel Pacheco é discreta, ela optou por manter esta candidatura longe dos holofotes da mídia para não causar polemicas que pudessem prejudicar sua imagem junto aos imortais. Durante o mês de abril se reuniu com alguns imortais e os presenteou com o Kit Surfistinha, composto pelos livros O Doce Veneno do Escorpião, O que aprendi com Bruna Surfistinha, Na Cama com Bruna Surfistinha e o DVD do filme Bruna Surfistinha.
Os números de Bruna Surfistinha impressionam o mercado literário. Seus livros somam hoje a incrível marca de 800 mil exemplares vendidos, sendo que os mesmos possuem distribuição em Portugal, Espanha e Reino Unido. Seu filme em menos de dois meses alcançou a marca de 3 milhões de espectadores. A vendagem do livro ‘O Doce Veneno do Escorpião’ sozinha já supera toda a obra dos imortais Carlos Heitor Cony, Lygia Fagundes Telles e Ariano Suassuna juntos.
Marcos Vilaça, presidente da ABL, acredita piamente na possibilidade de Bruna Surfistinha se tornar a nova imortal. Segundo ele ‘a ABL precisa de mulheres. Hoje somos 35 homens e somente 4 mulheres. Ela sem dúvida foi a escritora com maior repercussão no mercado literário nacional. Seria preconceituoso de nossa parte não aceitar ela por causa de sua profissão anterior. Se a gente aceitou o José Sarney, por que não aceitá-la também?”.

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