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quarta-feira, 6 de julho de 2011

E o bandido vai indicar o seu substituto...É mole???

Charge de Myrria

Comentário: Vejam bem o marginal sacripanta vai indicar quem vai substituí-lo. Renato Russo sempre esteve certo: Que país é esse? Se o PR não indicar Garotinho, quem sabe o Tiririca... É rir para não chorar!!!

Da agência Câmara

Líder do PR: Nascimento deve ajudar a escolher novo ministro dos Transportes

O líder do Partido da República (PR), deputado Lincoln Portela (MG), afirmou que o agora ex-ministro Alfredo Nascimento volta para o Senado, ocupando a vaga do senador João Pedro (PT-AM), e também à presidência do partido. Assim, afirmou Portela, ele será o interlocutor da presidente Dilma Rousseff para a escolha do novo ministro dos Transportes.
O deputado afirmou que o partido continua firme na base aliada e que não houve qualquer abalo nas relações do partido com o PT. Ele não quis adiantar prováveis nomes para o ministério porque a demissão de Nascimento acaba de ocorrer. Portela afirmou que o PR ainda não foi chamado para discutir o novo nome.
Contestações
Na opinião do líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), agora o ex-ministro não tem as credenciais necessárias para fazer a escolha de seu sucessor. Ele afirmou que o acúmulo de denúncias afetou sua reputação.

O líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), afirmou que não é aceitável que o ex-ministro participe da indicação do novo ministro dos Transportes. Ele afirmou que há denúncias muito graves contra a administração do ministro, que devem ser investigadas em profundidade e que isso não pode ser conduzido por alguém que tenha interesse em ocultar os fatos.

O líder afirmou ainda que o próprio Partido da República, que está envolvido nas denúncias, não tem credibilidade para participar da indicação de um novo ministro.
O líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP), afirmou que a demissão do ministro não vai interromper as ações do partido para esclarecer as denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes. O partido anunciou ontem que também quer explicações do controlador-geral da República, Jorge Hage, que afirmou que já tinha conhecimento das denúncias, mas não tomou providências.

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