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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Contag quer votação do código florestal
































Nesta terça-feira (17), trabalhadores rurais de todo o Brasil se reúnem na Esplanada dos Ministérios, e Brasília (DF), para as manifestações do Grito da Terra Brasil 2011. A atividade, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), será aberta, às 14h30, em frente ao Congresso Nacional, onde a tônica política será a pressão para a votação do Código Florestal.

Em seguida, os sindicalistas se concentram em frente ao Ministério da Fazenda. Na pasta, eles reivindicam desbloqueio de recursos das políticas públicas fundamentais para a agricultura familiar. Este ano, a confederação pede o aporte de R$ 26 bilhões ao Governo Federal. Os recursos destinam-se ao assentamento de 20 mil famílias pelo Plano Nacional de Crédito Fundiário, Programa de Aquisição de Alimentos e Habitação Rural (PNHR), entre outros.

Na quarta-feira (18), o movimento continua com ato político, às 10 horas, em frente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), onde os trabalhadores cobrarão avanços nas políticas de reforma agrária, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do combate à pobreza. A partir das 14h, eles se concentram no Ministério do Trabalho para pedir mais rigor nas fiscalizações, regulamentação da contribuição sindical e do registro sindical.

Ainda na quarta-feira, está prevista a audiência entre a presidente Dilma Rousseff e a direção da Contag, às 15 horas, no Palácio do Planalto.

O Grito da Terra Brasil (GTB) é o principal evento da agenda do movimento sindical do campo que reúne anualmente milhares de trabalhadores rurais de todo o País em Brasília. O GTB é uma mobilização promovida pela Contag e apoiada pelas Federações dos Trabalhadores na Agricultura (Fetags) e pelos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais (STTRs) e possui um caráter reivindicatório. É por essa razão que a manifestação pode ser considerada como data-base dos agricultores familiares, dos trabalhadores sem-terra e dos assalariados e das assalariadas rurais brasileiras.

A pauta do GTB é ampla e reúne reivindicações relativas à política agrícola (assistência técnica, crédito), à reforma agrária (desapropriação de terras e criação e manutenção de assentamentos), às questões salariais (cumprimento e ampliação das leis trabalhistas) e às políticas sociais (saúde, previdência, educação e assistência social). A mobilização também defende os interesses das mulheres trabalhadoras rurais, da juventude rural e da população idosa do campo.

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